
Para nós pestana, alvéolos, hidratação altíssima, banneton, levain que veio da França e outros detalhes podem até parecer fetiche perto da grandiosodade que é fazer um pão com farinha, água e sal. Claro que a técnica é importante – ela que vai transformar aquela mistura simples em um alimento mágico – mas não devemos virar escravos dela. Apetrechos como termômetro, banneton, porta lâmina, forno de lastro são úteis, mas não indispensáveis. Basta pensar como a humanidade vem fazendo pão há mais de seis mil anos quando não existiam esses utensílios.
É questão de prioridade: para nós, o mais importante é a saúde de quem planta nosso trigo, é ter o mínimo possível de impacto ambiental, é o pão ser gostoso e fácil de comer, é levar a fermentação natural a mais e mais pessoas.

Vamos viver a vida com leveza?
